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A expectativa do Tesouro Nacional é a adesão de até 3 milhões de trabalhadores, o que ampliaria o público do Tesouro Direto para cerca de 5 milhões de investidores. 

 

Programa permite que o investidor planeje uma data para a aposentadoria e receba uma renda extra mensal

 

Os brasileiros que desejam investir com o foco no futuro, ganharam mais uma opção. Começou nesta segunda-feira (30) a venda do título Tesouro Renda+ Aposentadoria Extra, que exige valor inicial a partir de R$ 30 e poderá ser acumulado de 7 até 42 anos.

 

Por meio do site do Tesouro Direto, o cidadão pode escolher, além da novidade do Renda+,  o melhor investimento para atender sua necessidade.

 

Oferecido pelo Tesouro Direto, o programa de venda de títulos públicos a pessoas físicas pela internet, permite que o investidor planeje uma data para a aposentadoria e receba uma renda extra mensal por 20 anos. O valor investido será corrigido mensalmente pela inflação mais uma taxa de juros que varia conforme as condições da economia, garantindo o poder de compra do investidor.

 

O valor investido será sempre devolvido em 240 prestações mensais que amortizarão todo o dinheiro investido no produto. O valor inicial para o investidor começar a investir no produto é de cerca de R$ 30.

 

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron explica que essa é uma ótima oportunidade para quem ainda não tem um planejamento financeiro para depois da aposentadoria.

 

 “O Tesouro Renda+ Aposentadoria Extra é um programa de educação financeira muito importante para ajudar as famílias a perceberem os benefícios que a poupança de alguma parcela da renda pode gerar no futuro. Com o avanço da idade, essa ação de poupar desde o início da sua vida laboral pode gerar um grande benefício em termo de renda extra”.

 

Entretanto, é necessário ter em mente que se trata de um investimento de longo prazo. Tendo em vista que os resgates feitos antes do vencimento dos títulos poderão gerar prejuízo. Já que o papel será vendido pelo valor de mercado, que costuma ser mais baixo que o valor teórico que o investidor receberá se mantiver o título até o fim do prazo. Segundo, porque há tributação.

 

O Tesouro ressalta que os títulos públicos funcionarão como um complemento  para a aposentadoria e não substituirão o regime de Previdência por repartição do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) nem o regime especial de Previdência para o funcionalismo público.

 

Com informações do Diário do Poder

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