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Caciques do PL entendem que operação sobre fraudes em vacinas tinha como verdadeiro alvo apreender celular de Jair Bolsonaro. Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

 

Lideranças do PL avaliam que a operação da Polícia Federal contra fraude em cartões de vacinação de bolsonaristas, na semana passada, teve como objetivo principal a apreensão do aparelho celular de Jair Bolsonaro.

 

Na visão de caciques da legenda, a operação teria servido como uma “pescaria”. Ou seja, uma espécie de “desculpa” para fazer buscas na casa do ex-presidente e apreender o celular dele.

 

Para bolsonaristas do PL, a apreensão do celular seria uma tentativa de buscar informações mais graves contra Bolsonaro e, com isso, embasar uma possível ofensiva jurídica mais robusta contra o ex-presidente.

 

A operação contra Bolsonaro foi autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, que relata uma série de outras investigações contra o ex-presidente na Corte.

 

Durante a operação, a PF também apreendeu o celular do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. A Justiça, no entanto, já tinha quebrado os sigilos dos aparelhos de comunicação do militar anteriormente.

 

Com base no material colhido no celular de Cid, a PF interceptou mensagens trocadas pelo ex-ajudante de ordens e outros aliados de Bolsonaro, por meio das quais eles discutiram uma tentativa de golpe para evitar a posse de Lula.

 

Na segunda-feira (8/5), por exemplo, vieram à tona mensagens entre Aílton Barros, ex-major e amigo de Bolsonaro, com o coronel Élcio Franco, ex-secretário do Ministério da Saúde.

 

Nas mensagens, Franco e Aílton aparecem falando de um possível golpe de Estado, com mobilização das Forças Armadas, para impedir que Lula assumisse a Presidência da República após as eleições de 2022.

 

Com informações do Metrópoles

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