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O volume de vendas do comércio em Pernambuco cresceu 0,9% em julho, índice ligeiramente superior à média nacional (0,7%). Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMS), divulgada nesta sexta-feira (15) pelo IBGE. O resultado deixa Pernambuco em 8º lugar no ranking brasileiro e traz números positivos após queda de 0,9% em junho.

 

 

Na comparação entre julho de 2023 e o mesmo período do ano anterior, Pernambuco registrou alta de 3,1%, acima da média brasileira, de 2,4%. No acumulado de janeiro a julho, o estado também teve resultado superior ao do Brasil: 1,6% contra 1,5%, respectivamente. Por outro lado, no acumulado dos últimos 12 meses (agosto de 2022 a julho de 2023), Pernambuco foi um dos três estados brasileiros com resultado negativo (-0,3%), ainda que próximo à estabilidade. O Brasil, por sua vez, teve alta de 1,6%.

 

Varejo ampliado cresceu 2% em julho em Pernambuco

 

No comércio ampliado, que inclui as atividades de material de construção, além de veículos, motos, partes e peças, e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (que englobam os atacarejos), o crescimento foi de 2%, o oitavo resultado mais alto do país, enquanto houve queda de 0,3% no Brasil.

 

Pernambuco teve expansão de 2,3% em julho no varejo ampliado frente ao mesmo mês de 2022, porcentagem abaixo da média nacional (6,6%). No acumulado do ano, o estado teve o segundo pior resultado do país (-1%), à frente apenas do Mato Grosso do Sul (-7,5%). No país, ao contrário, houve alta de 4,3%. No acumulado dos últimos 12 meses, o resultado de Pernambuco foi o pior do país (-7,3%), enquanto a alta, no Brasil, foi de 2,3%.

 

Combustíveis e lubrificantes lideram índices de vendas do varejo

 

Das 14 atividades comerciais e suas subdivisões investigadas pela Pesquisa Mensal do Comércio, quatro tiveram alta em julho de 2023 na comparação com o mesmo mês de 2022. As com melhores resultados foram combustíveis e lubrificantes (18,9%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (11,7%) e veículos, motocicletas, partes e peças (8,2%). Os percentuais mais baixos ficaram com equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-23,1%), livros, jornais, revistas e papelaria (-17,2%) e tecidos, vestuário e calçados (-10,3%).

 

Na variação acumulada do ano (janeiro a julho) frente ao mesmo período do ano passado, os Combustíveis e lubrificantes continuaram na dianteira, com alta de 22,6%, mas a segunda posição passou a ser ocupada pelos artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (4,3%), com hipermercados e supermercados na terceira posição (3,3%). Os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação tiveram o recuo mais expressivo (-23,2%), seguidos por tecidos, vestuário e calçados (-12,2%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-10,1%).

 

No acumulado dos últimos 12 meses, combustíveis e lubrificantes ficaram na frente mais uma vez, com avanço de 22,9%. Na sequência, estão artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,1%) e material de construção (1,8%) ocupa o terceiro lugar. Veículos, motocicletas, partes e peças (-19,8%), tecidos, vestuário e calçados (-16,5%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-13,2%) registraram as maiores quedas percentuais.

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