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Em vídeo divulgado nas redes sociais, a vereadora Dete Silva (PcdoB) denuncia graves queixas sobre o atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Rio Doce, em Olinda. São apontados sérios problemas na UPA, incluindo a precariedade nos atendimentos com apenas um clínico e um pediatra.

 

A disparidade nos valores de repasse, com a UPA de Tabajara recebendo mais e oferecendo serviços mais abrangentes, levanta questionamentos sobre a gestão dos recursos na UPA de Rio Doce, que, apesar de receber R$ 1,3 milhão, aparentemente não se reflete em atendimentos eficazes.

 

A falta de atendimentos na UPA de Rio Doce, contradizendo a divulgação de números inflados, é preocupante, especialmente quando ambulâncias são necessárias para transferir pacientes para outros locais.

 

Com o Hospital do Tricentenário, a situação crítica é agravada pela decisão do diretor, Dr. Gil Brasileiro, de não oferecer suporte ao Carnaval de 2024, pelos motivos sabidos por todos: a prefeitura não está enviando os recursos necessários. Com essa decisão, preocupações adicionais surgem, principalmente sobre a capacidade da unidade em lidar com demandas emergenciais.

 

Além disso, o diretor do Tricentenário já relatou, em entrevistas para a imprensa, que os funcionários estão sem receber seus salários há três meses.

 

Face a esta decisão, o prefeito Professor Lupércio decidiu contratar a Empresa Bahia – que já cuida da UPA de Rio Doce, para montar sua estrutura de emergência para os foliões. Fica então o seguinte questionamento: se os serviços na UPA de Rio Doce já estão precários, como funcionará o atendimento emergencial em um dos maiores carnavais do país?

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