Foto: Ricardo Stuckert/ Presidência
A Petrobras afunda na gestão Lula
O governo Lula assumiu uma Petrobras lucrativa, eficiente e competitiva. Em 2022, último anos da antiga gestão, a estatal registrou um lucro robusto, fruto de uma gestão focada em resultados e na valorização do mercado. No entanto, bastou dois anos de interferências políticas e decisões desastrosas para a empresa ver seu lucro despencar 70%, fechando 2024 com R$ 36,6 bilhões — um resultado pífio, menos da metade do esperado pelo mercado.
O tombo no quarto trimestre foi ainda mais dramático: um prejuízo de R$ 17 bilhões, em contraste com os R$ 33 bilhões de lucro no mesmo período de 2023. Os defensores do governo se apressam em culpar a variação cambial, mas ignoram o óbvio: a desvalorização do real é reflexo direto da desconfiança no governo, que insiste em uma política econômica errática e intervencionista. O dólar disparou 27,5% no ano, fechando 2024 a R$ 6,179 — e isso não aconteceu por acaso.
A gestão Lula transformou a Petrobras em um instrumento político, priorizando investimentos duvidosos e travando reajustes nos combustíveis para atender interesses eleitorais. O resultado? Queda na produção de petróleo (-3%), recuo nas vendas de gasolina (-4,1%) e diesel (-2,8%), e um encolhimento expressivo das margens de lucro. Enquanto isso, a empresa viu seu valor de mercado derreter, com seus ADRs caindo 7,17% no after-market em Nova York.
O discurso oficial tenta minimizar o desastre, alegando que o impacto é apenas contábil e que a Petrobras continua gerando valor. Mas a realidade é outra: a ineficiência tomou conta da estatal, e os investidores já perceberam isso. A empresa ainda distribui bilhões em dividendos, mas até quando conseguirá sustentar essa política sem comprometer sua saúde financeira?
O cenário poderia ser outro. Com uma gestão técnica e responsável, a Petrobras teria aproveitado a alta do petróleo no mercado internacional para fortalecer seu caixa e aumentar sua competitividade. No entanto, o que vemos é um retorno ao velho modelo do passado: interferências, decisões ruins e um futuro incerto. Lula recebeu uma Petrobras lucrativa e a está conduzindo de volta ao abismo.
Águas de Pernambuco I – A governadora Raquel Lyra inaugurou, nesta quarta-feira (26), a nova rede de distribuição de água no Sítio Torres, em Caruaru. A obra beneficiará 800 moradores que antes dependiam de carros-pipa e barreiros. Durante o evento, a governadora também assinou ordens de serviço para ampliar o abastecimento nos bairros Universitário e Cidade Jardim, com um investimento total de R$ 1,3 milhão. As melhorias incluem a instalação de novas tubulações e o aumento da vazão de água para milhares de pessoas.
Águas de Pernambuco II – As novas obras de abastecimento assinadas pela governadora Raquel Lyra ampliarão o fornecimento de água em Caruaru. No bairro Universitário, 15 mil moradores terão a vazão aumentada de 22 para 50 litros por segundo. No Loteamento Copacabana, em Cidade Jardim, o rodízio passará de 27 para seis dias sem água. A governadora destacou que as ações fazem parte do Programa Águas de Pernambuco e reforçou o compromisso do Estado em garantir mais qualidade de vida para a população.











