Deputado cobra reação do Congresso. Foto: Ton Molina/STF
Deputados da oposição classificaram a operação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira (18), como autoritária, desproporcional e parte de um plano deliberado de perseguição política.
Para o vice-líder da oposição, deputado Sanderson (PL-RS), trata-se de uma tentativa descarada de humilhar o maior líder político do país:
“Estão tentando destruir Bolsonaro a qualquer custo. A tornozeleira, o toque de recolher, o veto às redes… Tudo isso é parte de um teatro de perseguição. Não há crime, não há condenação, mas há um sistema disposto a tudo para calar quem representa milhões de brasileiros.”
O deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) seguiu na mesma linha:
“É uma vergonha para o Brasil. Bolsonaro está sendo tratado como um criminoso perigoso, enquanto corruptos e delinquentes são soltos e aplaudidos. Estamos vivendo uma caça às bruxas promovida por um Judiciário que perdeu completamente os limites.”
O deputado Coronel Tadeu (PL-SP) afirmou que o cerco contra Bolsonaro é inaceitável em qualquer democracia:
“O que estão fazendo com Bolsonaro é desumano e ilegal. Essas medidas violam seus direitos fundamentais. Ele está sendo punido sem processo, sem julgamento, apenas por ser quem é. O Judiciário virou instrumento de vingança política.”
Para o deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), o país vive um momento crítico de ruptura institucional:
“Bolsonaro é vítima de um sistema que não tolera oposição. Impor tornozeleira, censura e toque de recolher a um ex-presidente sem condenação é ditadura escancarada. O povo está vendo e não vai aceitar calado esse abuso.”
Por fim, o deputado Rodrigo Valadares (União-SE) fez um apelo à sociedade e ao Congresso:
“Chegamos ao fundo do poço institucional. As perseguições ao presidente Bolsonaro são uma vergonha internacional. Essa decisão de Moraes é humilhante, arbitrária e totalmente desprovida de base legal. É hora do Congresso reagir e pôr fim a esse ciclo de autoritarismo. A democracia está sendo sufocada.”









