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Foto: Fábio Vieira/Metrópoles

 

O entorno de Lula defende que se “exponha as vísceras” de Bolsonaro. Mas receia que uma eventual prisão pelo STF, por agora, transforme-o em espécie de mártir.

 

Por essa ótica, o encarceramento aumentaria o clima de polarização e engessaria agenda positiva do governo.

 

Importantes aliados de Lula dizem, até o momento, não ver uma prova contundente capaz de botar Bolsonaro na cadeia. A chamada prova irrefutável para a prisão.

 

E que o ideal é fazer o ex-presidente “sangrar aos poucos”. Ou seja: dar transparência a supostos malfeitos cometidos por ele no governo e aprofundar investigações em curso. Sobretudo as de 8 de janeiro, tocadas pela Polícia Federal.

 

Em paralelo, o Planalto avalia que, se hoje o Brasil está dividido meio a meio, Lula passará rapidamente aos 60% de apoio quando a agenda positiva for implementada.

 

Por outro lado, bolsonaristas acusam Lula de manter o foco nas invasões de 8 de janeiro para “parar de governar” e manter a lupa sobre Bolsonaro.

 

Com informações do Metrópoles

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