Pelas circunstâncias do embate político em polarização desde a última eleição, o processo eleitoral olhando pra 2024 tem sido antecipado por provocação de “torcida”, o que é um deserviço pra esse tempo que é de reconstrução do país.
Pra quem está na condução de gestão cabe a tranquilidade, poís o foco é governar, quem está fora dessa condição precisa ter a maturidade devida, pois muitas das vezes o “apressado come crú”.
Na nossa cidade recentemente ocorreram dois movimentos na política local: o Partido dos Trabalhadores ingressa formalmente na atual gestão e o vice-prefeito emitiu uma nota pública onde estabelece o seu rompimento político com o atual prefeito.
Como é do conhecimento das pessoas que militam no município e atuam na política, sabem que sou filiado ao PT e que no último período exerci a função de chefe de gabinete do vice-prefeito. Com relação aos movimentos citados, eu não poderia deixar de me posicionar.
Considerando a atual conjuntura política e entendendo o que está em jogo na macropolítica (a cidade não é uma ilha), permaneço no campo político onde está o meu partido, na defesa da gestão que busca incluir as pessoas no orçamento público, que tem referências nas lutas populares da nossa cidade e região, sob o comando do prefeito Yves Ribeiro.
Registro, que colaborei com a construção coletiva que qualificou e organizou a participação do partido na gestão, e que não comungo com o eixo/conteúdo da nota emitida pelo vice-prefeito, bem como com a intempestividade da mesma.
O tempo não é da pressa, a eleição é no próximo ano e não está na agenda do povo.
Como a política também é a arte da construção de relações sociais, do respeito às ideias das pessoas, desejo saúde e força ao amigo Dido Vieira.
Aluizio Camilo,
Militante político e ex-vereador da cidade do Paulista.









