Janja diz que o Brasil nunca teve uma primeira-dama que “trabalhasse efetivamente”. Foto: Reprodução/Instagram/@janjalula/Claudio Kbene
A primeira-dama Janja afirmou que as críticas que recebe por supostos gastos excessivos em viagens internacionais são resultado de “misoginia pura”. Em entrevista ao podcast Frente a Frente, da Folha de S.Paulo e do UOL, ela disse que parte dos custos atribuídos a ela corresponde às despesas de toda a comitiva presidencial e que sua atuação é alvo de ataques para atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Janja afirmou que viaja em classe executiva por determinação dos protocolos de segurança da Polícia Federal e que costuma se hospedar em embaixadas brasileiras para facilitar a logística e reduzir custos. Segundo ela, todas as agendas e viagens são públicas e seguem normas estabelecidas pelo governo para dar mais transparência às atividades da primeira-dama.
A primeira-dama também afirmou que o Brasil nunca teve uma primeira-dama que “trabalhasse efetivamente” e disse que mantém rotina diária de reuniões e compromissos no Palácio do Planalto. Ao final da entrevista, defendeu a aprovação do projeto de lei que criminaliza a misoginia, classificando o tema como uma pauta nacional e suprapartidária.








